Advocacia, ética e respeito.
Quinta-feira
22 de Abril de 2021 - 

Controle de Processos

Usuário
Senha
Insira seu usuário e senha para acesso ao software jurídico

Notícias

Newsletter

Nome:
Email:

Previsão do tempo

Hoje - Taubaté, SP

Máx
24ºC
Min
17ºC
Chuvas Isoladas

Sexta-feira - Taubaté, SP

Máx
25ºC
Min
16ºC
Parcialmente Nublado

Sábado - Taubaté, SP

Máx
27ºC
Min
15ºC
Parcialmente Nublado

Discussão sobre limite territorial da eficácia de sentenças em ação civil pública prossegue na quinta-feira (4)

O Plenário do Supremo Tribunal Federal começou a julgar o Recurso Extraordinário (RE) 1101937, em que se discute a constitucionalidade do artigo 16 da Lei da Ação Civil Pública (Lei 7.347/1985), que limita a eficácia da sentença à competência territorial do órgão que a proferir. Na sessão desta quarta-feira (3), após o ministro Alexandre de Moraes apresentar o relatório, foram ouvidos os argumentos das partes, dos terceiros interessados (amici curiae) e da Procuradoria-Geral da República (PGR). O julgamento do recurso, com repercussão geral (Tema 1075), será retomado na sessão de quinta-feira (4), com o voto do relator. A decisão servirá de parâmetro para a resolução de 2.669 ações com discussão semelhante que tramitam em outras instâncias. O RE tem origem em ação coletiva proposta pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) contra persas entidades bancárias, buscando a revisão de contratos de financiamento habitacional celebrados por seus associados. Na primeira instância, foi determinada a suspensão da eficácia das cláusulas contratuais que autorizavam as instituições financeiras a promover a execução extrajudicial das garantias hipotecárias dos contratos. Em análise de recurso interposto pelas instituições financeiras, o Tribunal Regional Federal da 3ª (TRF-3), além de revogar liminar de primeira instância, afastou a aplicabilidade do artigo 16 da Lei da ACP, que dispõe que a sentença civil fará coisa julgada erga omnes (contra todos) nos limites da competência territorial do órgão julgador. Para o TRF-3, em razão da amplitude dos interesses, o direito reconhecido na causa não pode ficar restrito ao âmbito regional. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão nesse ponto, por entender indevido limitar a eficácia de decisões proferidas em ações civis públicas coletivas ao território da competência do órgão judicante. Após o reconhecimento da repercussão geral, o ministro Alexandre de Moraes determinou a suspensão nacional de todos os processos em andamento em que a matéria é discutida. Leia mais: 20/4/2020 - Ministro suspende processos sobre limite territorial de decisões em ações civis públicas    
03/03/2021 (00:00)
Visitas no site:  2060387
© 2021 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia
Pressione as teclas CTRL + D para adicionar aos favoritos.