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Março Lilás: movimento orienta prevenção e combate ao câncer de colo uterino

Engajar-se no Março Lilás nunca foi tão importante. O movimento de alerta sobre o câncer de colo uterino adverte que, em 2021, 16.590 novos casos da doença serão diagnosticados no Brasil, número que deverá se repetir em 2022. A estimativa é do Instituto Nacional do Câncer (Inca).  De 2012 a 2016, 27.716 mulheres morreram no país em decorrência desse tipo de câncer.O câncer de colo uterino desenvolve-se a partir da contaminação pelo vírus HPV, algo perfeitamente evitável.“A maioria das mulheres consegue eliminar a presença do HPV no organismo, outras apresentam infecções virais persistentes. Essa persistência é o principal fator para desenvolvimento de câncer do colo do útero”, explica a médica Patrícia Patury, cirurgiã oncológica do Departamento de Ginecologia Oncológica do Inca.Segundo a especialista, os principais fatores de risco de contaminação pelo HPV genital são, primeiro, um grande número de parceiros sexuais, seguido do início precoce – antes dos 15 anos, em média – da atividade sexual.Os mecanismos que determinam a regressão ou a persistência do HPV no organismo ainda não foram completamente desvendados, mas já se sabe que tabagismo, relações sexuais desprotegidas, infecção pelo HIV e uso de medicamentos imunossupressores favorecem a persistência vírus.“A princípio, não há componente hereditário no câncer de colo do útero, e mulheres com menos de 30 anos têm maior chance de regressão da presença do HPV”, observa Patury. “Mulheres que fumam  têm o dobro da probabilidade de desenvolver câncer de colo uterino em relação às que não fumam. Fumar expõe o corpo a muitos produtos químicos cancerígenos que afetam outros órgãos além dos pulmões”, salienta.O risco, minimizado pelo abandono do cigarro, o uso de preservativo e a redução do número de parceiros sexuais, pode ser zerado por meio de vacina. Sim, a vacina contra o HPV integra o Programa Nacional de Imunizações – de 9 a 14 anos para as meninas e de 11 a 14 anos para os meninos.“Essa cobertura depende da orientação dos profissionais de saúde, de todos os responsáveis envolvidos com as crianças e adolescentes e da educação oferecida à sociedade para que se compreenda o avanço que teremos em relação à queda da mortalidade por uma doença que pode ser evitada”, diz Patrícia Patury.Exame relativamente corriqueiro, o Papanicolaou é o procedimento indicado para detecção de câncer do colo uterino. “A partir dos 25 anos, todas as mulheres que iniciaram algum tipo de atividade sexual e que possuam o colo do útero, bem como homens trans com colo do útero, devem realizar o exame de Papanicolaou. Mulheres com alteração na imunidade devem iniciar o rastreio de acordo com o começo da vida sexual”, orienta a médica do Inca.Patury conclui: “A rotina recomendada para o rastreamento no Brasil é a repetição do exame Papanicolau a cada três anos, após dois exames normais consecutivos realizados com um intervalo de um ano. É importante que anualmente a mulher vá ao ginecologista para ser examinada”.A Campanha de Saúde da Advogada, que a CAASP realiza anualmente no segundo semestre, inclui o Papanicolaou entre os exames oferecidos.
01/03/2021 (00:00)
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